De uma forma bem simples, a impotência sexual nada mais é do que a impossibilidade de ter ou de manter uma ereção que seja suficiente para que se mantenha uma relação sexual.

Acontece que para que uma ereção ocorra, existem várias estruturas corporais que são exigidas. Por isso mesmo é que a diabetes pode ter uma forte influência nessa questão da saúde masculina.

Por isso vamos entender um pouco mais sobre o assunto logo a seguir.

Diabetes causa impotência sexual?

O diabetes pode sim ser uma das causas da disfunção erétil, principalmente quanto o problema não é tratado corretamente e os níveis de açúcares no sangue ficam fora de controla.

Isso acontece porque esses níveis elevados levam a uma variedade de alterações nos vasos sanguíneos, bem como nos nervos que ficam na região do pênis.

Assim, ocorre a falta dos fatores mais importantes para que se tenha uma ereção, que é o estímulo e também a circulação sanguínea da região.

Por isso, o homem passa a não conseguir ter uma ereção e quando esse quadro se torna recorrente, ele configura um quadro de impotência sexual.

O mais importante é estar sempre com a diabetes controlada, seguindo as recomendações do médico para evitar que haja complicações graves, inclusive em outros aspectos da saúde.

E se você deseja melhorar o desempenho sexual usando um estimulante natural, é recomendado fazer o uso do casa nova que é um produto natural para impotência.

A impotência por diabetes é definitiva?

Pois bem, essa é uma questão que precisa ser avaliada individualmente, pois nem sempre a impotência causada pela diabetes tem cura ou reversão total.

A possibilidade de curar o problema está diretamente ligada com a gravidade com que o vaso foi afetado. Em casos mais graves, mesmo que haja tratamento, há uma possibilidade de que não se possa reverter a condição.

No entanto, só se pode saber isso tentando, realizando o tratamento corretamente e esperando pelos resultados.

Controlar o açúcar no sangue, a pressão arterial, manter-se em um peso saudável e adotar uma alimentação equilibrada também pode fazer toda a diferença para ajudar a recuperar-se do problema.

Isso vale especialmente nos casos mais brandos, que a chance de reversão da impotência sexual é bem maior.

Mais do que tudo isso, o médico ainda pode recorrer a alguns tratamentos mais específicos, tais como:

  • Prática de atividade física regular, com caminhada intensa 3 vezes na semana
  • Uso de medicamentos vasodilatadores, como a tadalafina e sildenafila
  • Implante de próteses penianas semi-rígidas, que são recomendadas em casos mais graves apenas.

O mais importante é que cada caso seja avaliado individualmente, mas saiba que mantendo condição controlada, a impotência por diabetes nem sempre é definitiva!

O tratamento da inflamação da próstata, prostatite, é feito de acordo com a sua causa, embora, geralmente, pelo fato de, na maioria das vezes, sua origem ser uma infecção por bactérias, é recomendado o uso de antibióticos, como Ciprofloxacino, Levofloxacino, Doxiciclina ou Azitromicina.

Também, de acordo com o estado geral do paciente, o tratamento indicado pode ser feito via oral ou parenteral, nesse caso, a pessoa tendo que ficar internada durante o tratamento.

Por outro lado, nos casos mais graves, a indicação pode ser um procedimento cirúrgico, visando retirar uma parte ou a próstata completa.

Já, quando antibióticos, cuidados diários, como o banho de assento e exercícios para fortalecer os músculos pélvicos, não conseguem ser suficientes para aliviar a dor e outros sintomas da prostatite, o médico pode, então, prescrever  analgésicos, como Paracetamol ou Ibuprofeno, para reduzir a inflamação e aliviar a dor.

Tratamento

Como já foi dito, o tratamento escolhido vai depender do tipo da inflamação:

Prostatite bacteriana aguda: é recomendado o uso de antibióticos por via parenteral ou oral, TAIS COMO: Fluoroquinolona, Levofloxacino, Cefalosporinas, ou Penicilina, associada a Eritromicina. Além desses remédios, pode ser indicado o uso de anti-inflamatórios;

Prostatite bacteriana crônica: é recomendado o uso de antibióticos orais, como o Sulfametoxazol-Trimetoprim, Levofloxacino ou Ofloxacina. Também pode ser indicado o uso de anti-inflamatórios, como o Paracetamol ou o Ibuprofeno;

Prostatite crônica inflamatória e não inflamatória: é recomendado o uso de antibióticos, fisioterapia pélvica e banhos de assento.

Para quem não gosta de remédios, uma ótima opção são os tratamentos naturais para próstata, o Curaprost é uma excelente opção para prevenção e melhora dos sintomas.

No mais, independente do tipo de inflamação da próstata, para aliviar seus sintomas, como dor ou dificuldade para urinar, pode ser recomendado o uso de alfa-bloqueadores, como a Doxazosina, além de evitar fazer atividades que colocam pressão na região genital, como andar de bicicleta, por exemplo, sentar de forma confortável, de preferência, utilizando uma almofada macia, e fazer exercícios para fortalecer os músculos pélvicos.

Melhora da prostatite

Após o início do tratamento da inflamação da próstata com antibióticos, geralmente,cerca de 3 a 4 dias depois, já é possível perceber os principais sintomas de melhora,  como o alívio da dor, diminuição da febre e desaparecimento da dificuldade para urinar, melhorando, assim, sua qualidade de vida.

É preciso, no entanto, que mesmo com a melhora dos sintomas, logo após o uso dos antibióticos, é fundamental manter o seu uso até o final da embalagem, ou até indicação do médico, para evitar o retorno da inflamação da próstata, ou ainda, que surjam bactérias resistentes ao antibióticos utilizados.

Por fim, é preciso ressaltar que, se a prostatite não for tratada, podem surgir algumas complicações muito sérias, tais como infecção generalizada, infecção urinária ou retenção urinária, colocando em risco a vida do paciente, e precisando de internação.

Assim sendo, não deixe de procurar um médico logo ao perceber os primeiros sintomas de inflamação da próstata, como dor, dificuldade de urinar, entre outras.

Veio atrás de informações sobre câncer de próstata? Então, está no lugar certo! Confira nesse artigo quando é preciso realizar alguns exames e quais são eles!

Para quem ainda não sabe, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de próstata é o segundo que mais acomete os homens, perdendo só para o câncer de pele.

O problema é que, ainda no estágio inicial, esse câncer não costuma apresentar qualquer sintoma, só se manifestando quando já atingiu um estado mais avançado, por isso, depois de uma certa idade, é fundamental realizar exames regularmente, para que seja diagnosticado logo no início.

Conheça agora quais os 3 principais exames para detectar o câncer de próstata.

Exame de sangue PSA

Esse exame de sangue PSA (Antígenos Específicos da Próstata, em português), é solicitado com o objetivo de medir a quantidade de moléculas produzidas pela próstata.

Caso apresente um valor acima do considerado saudável, pode ser um indício da presença do câncer; ou de hiperplasia prostática benigna; ou ainda de uma prostatite.

Por isso, a melhor forma de confirmar o diagnóstico de um possível câncer de próstata é através de um exame de toque retal.

Quem deve fazer o PSA

O ideal é que homens a partir do 50 anos, ou no caso de histórico familiar do câncer, um pouco mais cedo,  a partir dos 40 anos.

Muitos homens após os 40 anos estão optando também por usar o renovaprost que é um produto natural que ajuda prevenir e até mesmo tratar doenças da próstata.

Como se preparar para o exame

É recomendado que 3 dias antes de realizar o exame, o homem faça abstinência sexual e não pratique atividades físicas muito intensas.  E no caso de ter realizado o exame de toque da próstata, é preciso aguardar, também, 3 dias para poder realizar a dosagem PSA.

Importante: como a dosagem de PSA alterada nem sempre significa a presença de um câncer, esse exame não substitui o de toque retal, ou seja, é preciso passar pelo exame de toque retal para confirmar o diagnóstico de câncer.

Exame de Toque retal

Ainda rodeado de tabu, o exame de toque retal é fundamental para que seja feita uma análise manual na próstata, podendo ser então, identificada alguma alteração, desde um nódulo, como uma área endurecida suspeita.

O toque retal é rápido, não causa dor, só um leve desconforto durante o procedimento.

Esse exame, apesar de simples e fundamental para detectar o câncer de próstata, geralmente, em conjunto com o exame de PSA. Então, no caso de haver uma suspeita de câncer, será pedida uma biópsia, para confirmar, ou não, o diagnóstico.

Quem deve fazer o toque retal?

O exame de toque retal deve ser feito por homens a partir do 50 anos, ou a partir dos 40 anos, no caso de histórico familiar da doença.

Como se preparar para o exame

A recomendação é estar com o intestino vazio para facilitar o exame feito pelo médico.

Importante:  o toque retal é o exame mais eficaz  para rastrear precocemente o câncer de próstata, que é fundamental para maiores chances de cura.

Biópsia da próstata

Não é um exame, mas um procedimento, também, fundamental para o um diagnóstico mais preciso. Geralmente, ela é indicada no caso de maior suspeita de câncer de próstata, sendo realizada após os exames citados anteriormente.

Nesse exame, são retiradas pequenas amostras do tecido da glândula, para que sejam analisadas em laboratório.

O procedimento, geralmente, é feito sob anestesia,  com o auxílio de um ultrassom.

Quem deve fazer a biópsia?

Biópsia, geralmente, é solicitada a pacientes que apresentaram alterações suspeitas na dosagem PSA e no exame de toque retal.

Como se preparar para a biópsia

É recomendado fazer um jejum de 6 horas, esvaziar o intestino e urinar antes do procedimento.

Quando são solicitados exames de imagem?

O médico também, dependendo do caso, poderá solicitar exames de imagem para confirmar o diagnóstico do câncer de próstata, ou mesmo, só para saber em que estágio se encontra a doença para poder definir o melhor tratamento.

Principais exames de imagem para detectar câncer de próstata:

  • Ecografia da próstata;
  • PET Scan ou PET/CT;
  • Ressonância Magnética Multiparamétrica da Próstata.

A hiperplasia prostática benigna é um problema comum e causa sintomas urinários muito irritantes que, felizmente, podemos tratar naturalmente.

Pygeum africanum

A ameixa africana ( Pygeum africanum) retarda o crescimento das células epiteliais da próstata, causando bloqueio progressivo da uretra e consequentes problemas de micção.

Ele contém um componente interessante na luta contra o adenoma, beta-sitosterol, juntamente com flavonóides e ácidos orgânicos. Combate à urgência urinária , micção frequente à noite e desconforto.

Também é usado no tratamento anterior à cirurgia da próstata . É tomado em extrato líquido e em cápsulas (100 mg, 2 a 4 por dia).

Urtiga

Os topos das flores, isto é, os ramos das urtigas, são diuréticos e melhoram o fluxo da urina .

Você pode tomá-lo em decocção com milho, bardana, epilobio e alcaçuz, até dois copos por dia.

Sementes de abóbora

As sementes de abóbora promovem a função normal da próstata em tratamentos prolongados.

Você pode adicionar as sementes cruas nas saladas e elas também estão disponíveis em pérolas de óleo.

Alcaçuz

A casca de alcaçuz é usada para diminuir a urgência urinária e aumentar o fluxo de urina.

Pode ser tomado como decocção (até dois copos por dia), em extratos líquidos e cápsulas.

Epilobio

Um a parviflorum Epilobium , crescente ao lado de rios e canais, é creditado com a inibição da actividade da 5-alfa-redutase e da aromatase, as duas enzimas envolvidas no desenvolvimento de hiperplasia . Também adiciona poderosos efeitos anti-inflamatórios e diuréticos.

A infusão (1 colher de chá em um copo com água fervida por 15 min; tome 2-3 por dia) é indicada para aliviar os sintomas associados ao adenoma e para prevenir a infecção na urina .

TRATAR HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA

A partir dos 50 ou 55 anos , e especialmente após os 65 anos, a maioria dos homens sofre de hiperplasia prostática benigna . A próstata e a uretra aumentam, causando problemas mais ou menos agudos ao urinar, o que pode afetar a qualidade de vida.

Uma visita ao urologista é essencial para controlar a evolução, mas o apoio das plantas se mostrou muito eficaz.

Demonstrou-se que aqueles com ação anti-adenomatosa, anti-inflamatória e diurética são úteis na promoção do restabelecimento do fluxo urinário normal , no esvaziamento completo da bexiga e na necessidade de levantar várias vezes à noite para urinar. Eles também reduzem a sensação de pressa e pressão para urinar.